Descubra o resultado da pesquisa que coloca o Brasil como o segundo país mais simpático do mundo e líder mundial na autoavaliação de educação. O Brasil conquistou o segundo lugar global entre os países mais simpáticos do mundo, conforme aponta uma pesquisa realizada com base em experiências de viajantes e residentes internacionais. Metodologia e abrangência da pesquisa O levantamento foi conduzido pela Remitly em março de 2026, ouvindo 4.697 participantes de 26 países diferentes por meio da plataforma Prolific. Na categoria de povo mais simpático, o Brasil registrou 7,96% das menções dos respondentes, ficando atrás apenas do Canadá, que liderou com 10,5%, e superando a Austrália, que pontuou 5,1%. Contraste na percepção de educação Apesar do reconhecimento internacional na cordialidade, a visão externa sobre a cortesia brasileira apresenta um cenário totalmente diferente. Quando questionados sobre qual nação possui o povo mais educado, os estrangeiros colocaram o Brasil na 21ª posição, com apenas 1,13% dos votos. O topo dessa lista ficou com o Japão, que alcançou 35,15% das menções — mais do que o dobro do Canadá (13,35%) —, seguido pelo Reino Unido, com 6,23%. Liderança na autoavaliação de cortesia Em contrapartida, quando os cidadãos avaliaram a si mesmos e a forma como tratam estranhos em uma escala de até 10 pontos, o Brasil atingiu 9,46 pontos. Essa pontuação colocou o país no topo da tabela, empatado com o Chile. Logo atrás aparecem a Índia (9,41), a Suécia (9,40) e a França (9,36). Comportamento cultural e modéstia A menor nota registrada na autoavaliação foi a da Polônia, com 8,68, o que demonstra uma distância inferior a um ponto em relação à liderança brasileira e indica que a maioria das nações se enxerga de maneira razoavelmente educada. Curiosamente, o Japão — considerado o mais educado pelos outros países — figurou apenas na 25ª colocação na sua própria lista, somando 8,73 pontos, um reflexo provável da forte valorização da humildade dentro da cultura japonesa. Entendendo os critérios do levantamento O estudo calculou os resultados somando os votos e ranqueando-os por participação percentual. A etapa de autoavaliação contemplou exclusivamente as nações que atingiram um volume suficiente de respostas locais. Os organizadores ressaltam que a pesquisa mede percepções subjetivas de comportamento, de modo que ocupar posições inferiores no ranking de cortesia externa não equivale a ser taxado como um povo indelicado.
Brasil brilha em ranking global de simpatia e lidera autoavaliação de educação









