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Roberta Roma é internada em Salvador após novas dores no peito

Deputada federal Roberta Roma volta a ser internada em Salvador após sentir dores no peito

A deputada federal Roberta Roma (PL) retornou ao hospital em Salvador nesta quinta-feira (15) em decorrência de dores no peito sentidas pela segunda vez em um intervalo de pouco mais de duas semanas.

Histórico médico recente da parlamentar A equipe da política informou que, após a realização de exames complementares que abrangeram um novo cateterismo cardíaco, a hipótese de um novo infarto foi totalmente descartada pelos médicos.

A nota oficial esclareceu que o dispositivo médico inserido anteriormente opera normalmente, porém o diagnóstico apontou um quadro de vasoespasmo coronariano, definido como uma contração passageira das artérias que irrigam o coração.

“O cateterismo realizado alcançou o resultado esperado, e a deputada está bem, sem sintomas e clinicamente estável”, destacou o posicionamento.

Previsão de alta e apoio familiar Mesmo com o risco de um novo ataque cardíaco afastado pelos especialistas, a parlamentar continua internada para observação e cuidados médicos, com alta prevista para as próximas 48 horas para seguir o tratamento em âmbito ambulatorial. Durante este período, Roberta Roma está acompanhada pelo marido, João Roma, além de contar com a presença de familiares e amigos próximos.

O primeiro episódio de saúde A internação anterior da deputada ocorreu no final de setembro, durando quatro dias às vésperas do período eleitoral, após um infarto. Ela deixou o hospital somente em 30 de setembro, tendo passado três dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) antes de ir para o quarto.

Os sintomas iniciais surgiram em 26 de setembro, quando ela estava em Cruz das Almas, no Recôncavo baiano, e sentiu fortes dores no peito. Inicialmente atendida em uma UPA local, foi transferida para Salvador, onde realizou o primeiro cateterismo. Embora o exame inicial não tenha apontado lesões severas, um novo procedimento três dias depois identificou doença coronariana, resultando na implantação de um stent para normalizar o fluxo sanguíneo.

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