Um indivíduo de 40 anos foi capturado nesta sexta-feira (16) na zona rural de Anguera, situada a aproximadamente 45 km de Feira de Santana, sob a acusação de participação na morte de Cláudio Ribeiro Oliveira, de 52 anos.
Dinâmica do crime em Ilhéus Conforme apurado pela Polícia Civil, o assassinato ocorreu em maio deste ano no bairro Pontal, localizado no município de Ilhéus, sul baiano. A motivação central estaria ligada a um conflito pelo controle da exploração clandestina de máquinas caça-níqueis.
As investigações detalham que a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo no dia 6 de maio, no momento em que deixava sua residência. Os executores teriam chegado à cidade no dia anterior, hospedando-se em um estabelecimento hoteleiro. Na manhã do homicídio, dois suspeitos se aproximaram do local em uma motocicleta, enquanto um terceiro dava cobertura em um automóvel para garantir a fuga. Após o ataque, a moto usada foi abandonada e o grupo retornou para Feira de Santana.
Desdobramentos da operação policial A captura do suspeito ocorreu após a emissão de um mandado de prisão preventiva e integrou a Operação Jackpot. A investida policial também foi responsável por cumprir 19 mandados de busca e apreensão distribuídos entre Salvador (5), Feira de Santana (13) e Anguera (1).
Apreensões e flagrantes Durante as diligências de busca e apreensão, um homem de 38 anos, apontado como irmão de um dos investigados, acabou autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo no bairro Gabriela, em Feira de Santana. No local, as equipes policiais recolheram uma espingarda calibre 12, 14 munições correspondentes e um telefone celular.
Em outra residência situada no mesmo bairro feirense, os agentes apreenderam um vasto arsenal e equipamentos táticos, incluindo: Um revólver calibre .32; Seis munições intactas de calibre .32; Uma munição de calibre 12; 19 munições de calibre .45; Cinco munições de calibre .380; Uma munição de calibre 9 mm picotada; Um colete balístico; Duas granadas de pimenta; Acessórios táticos e dois aparelhos celulares.
A ofensiva foi coordenada pelo Núcleo de Homicídios de Ilhéus, contando com a colaboração de setores de inteligência, delegacias especializadas e equipes da Polícia Civil de várias regiões do estado.









