O esquadrão antibomba da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) concluiu a varredura e descartou a presença de qualquer artefato explosivo em uma mochila deixada nas imediações do Supremo Tribunal Federal (STF). A ocorrência foi registrada no início da noite desta quinta-feira (1º), provocando alerta máximo na segurança da capital federal.
Acionamento da Operação Petardo e bloqueios na Esplanada
Logo após a identificação do objeto suspeito, os agentes de segurança deflagraram o protocolo conhecido como Operação Petardo, adotado em circunstâncias de potencial risco de bomba. Todo o perímetro ao redor do edifício-sede foi rapidamente isolado para garantir a integridade de quem circulava pela região.
Por motivos de precaução, o tráfego em trechos da Esplanada dos Ministérios precisou ser temporariamente bloqueado durante os procedimentos técnicos da equipe especializada. O trabalho de inspeção foi finalizado assim que os policiais confirmaram que a bagagem não continha explosivos.
Como ocorreu a tentativa de invasão
A mobilização teve início quando a equipe de vigilância do tribunal visualizou um homem tentando ultrapassar as grades de proteção instaladas ao redor do prédio. Durante a investida, o suspeito arremessou a mochila sobre a cobertura de um ponto de ônibus situado nas proximidades da sede.
Rotina no edifício-sede da Corte
No instante em que a ocorrência se desenrolou, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, já havia encerrado suas atividades e saído do local. O prédio principal abriga setores estratégicos do Judiciário brasileiro, incluindo o plenário onde ocorrem os julgamentos, os gabinetes da Presidência, a Diretoria-Geral e o espaço destinado aos profissionais de imprensa.
Com a confirmação de que o material não oferecia perigo, o trânsito e o acesso à área foram liberados, e as circunstâncias da ação do suspeito seguem sob apuração dos órgãos de segurança.









