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Projeto na Bahia abre inscrições para apadrinhar crianças e adolescentes abrigados

Projeto permite apadrinhar crianças e adolescentes acolhidos na Bahia; veja como participar

Moradores da Bahia interessados em prestar apoio a menores de idade que vivem em abrigos institucionais já podem se inscrever na iniciativa Ser Dindo(a) é Massa, desenvolvida pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). O programa foi criado com o objetivo de estabelecer conexões afetivas e garantir suporte educacional, social e material para jovens que necessitam de vivências externas ao ambiente de acolhimento.

Critérios e etapas para a inscrição Para realizar o cadastro na ação social, os candidatos devem cumprir determinados requisitos fundamentais estabelecidos pela coordenação. É obrigatório ter pelo menos 24 anos, comprovar idoneidade com antecedentes compatíveis com a função, residir na mesma comarca de atuação e não estar habilitado para processos de adoção. Vale destacar que a regra de moradia local não se aplica aos interessados na categoria de provedor.

As três frentes de atuação do programa O projeto está dividido em três vertentes de participação, permitindo que cada voluntário escolha a forma que melhor se adapta à sua realidade. O Dindo Afetivo foca na convivência externa, permitindo passeios em fins de semana, feriados e períodos de férias. Já o Dindo Prestador de Serviço é voltado para profissionais e empresas que desejam disponibilizar suas expertises mediante um planejamento prévio. Por fim, o Dindo Provedor concentra-se no auxílio financeiro e material, englobando desde a doação de vestuário e itens escolares até o pagamento de cursos, reforço pedagógico e atividades esportivas, sendo aberto inclusive para quem reside fora do estado ou do país.

Regras fundamentais e coordenação A gestão do programa é realizada pela Coordenadoria da Infância e da Juventude do TJ-BA, que visa assegurar a construção de laços seguros e saudáveis para os jovens abrigados. Os organizadores reforçam que a proposta não tem nenhuma ligação com processos adotivos e não serve como etapa preparatória para a adoção, mantendo o foco exclusivo no suporte social e emocional.

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