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Professores ocupam ruas de Feira de Santana no dia 15 de outubro para cobrar direitos

No Dia dos Professores, APLB leva educadores às ruas de Feira de Santana para cobrar respeito aos direitos da categoria

A passagem do Dia do Professor, comemorada nesta quinta-feira (15), foi marcada por intensa mobilização pública em Feira de Santana. A APLB Sindicato liderou um ato público que uniu profissionais do ensino municipal e estadual em prol da educação pública e da dignidade da categoria. O evento teve início na Praça da Bandeira e avançou em passeata pelas vias centrais, incluindo um momento de confraternização com a partilha de um bolo festivo.

Cobranças por direitos trabalhistas

O ato serviu tanto para celebrar a data quanto para pressionar o poder público por pautas em aberto. De acordo com a liderança sindical, a prefeitura não cumpre a tabela salarial dos servidores municipais desde o ano de 2022. A entidade sindical informou que já conquistou vitórias nos tribunais, mas segue cobrando veementemente a efetivação da Justiça.

Declarações da liderança sindical

Durante a manifestação, a diretoria da entidade reforçou o papel insubstituível do magistério na sociedade e criticou a falta de aplicação das leis vigentes. “Hoje foi dia de luta, de ir para as ruas fazer protesto e exigir que o nosso direito, a nossa valorização tem que ser respeitada, porque um país não cresce, um país não desenvolve se não tiver educação para as crianças, para os adolescentes, para a juventude, e precisa de professores, porque não é uma máquina, não é inteligência artificial que vai educar essa meninada, essa garotada aí, sim o papel do professor”, destacou a representante da APLB, Marlede Oliveira.

A dirigente também pontuou a relevância histórica da data para a classe trabalhadora e destacou a força do movimento na defesa coletiva dos direitos dos educadores baianos.

“Viva o dia 15 de outubro. E o APLB Sindicato mostrou mais uma vez a sua potência, a sua pujança de estar nas ruas nessa luta em defesa da classe trabalhadora, e hoje foi um dia especial. Foi o Dia dos Professores e das Professoras. Estamos na luta!”, concluiu Marlede Oliveira.

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